segunda-feira, 5 de março de 2012

Bongo - Tenho uma lágrima no canto do olho


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Bonga - Angola


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Música Angolana 2


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Angola - Eu sou África


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Cheias na Madeira 1


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Cheias na Madeira - 2


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Deslizamento em Itália - Impressionante


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Inundações urbanas


2011 em Lisboa. Para ver clicar aqui

O que é um tornado?


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sábado, 3 de março de 2012

Encontrei uma preta que estava a chorar


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Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.

António Gedeão

Cartoons geograficos


Tempestade de Neve







Paisagens quase em Silêncio

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Cabo Verde


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Terra

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Paisagem humanizada


Paisagem humanizada

1 - Descreve os elementos que estão em primeiro plano

2 - Indica qual o elemento que se destaca nesta imagem

3 - Qual o principal tipo de transporte utilizado neste local?

4 - Justifica a afirmação paisagem humanizada

5 - Indica dois elementos naturais presentes nesta paisagem.

Paisagem natural


Paisagem natural

1 - Descreve os elementos que estão em primeiro plano

2 - Indica quais os elementos cuja base está junto da linha do horizonte

3 - Qual o elemento humano que, ocasionalmente, está nesta paisagem?

4 - Descreve o estado do céu

5 - Indica o tipo de paisagem

Trovoada - Fotografias


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O Anemómetro

Construção de Mini Estação Meteorológica

Reutilizando materiais, podem-se fazer instrumentos para conhecer os valores da velocidade do vento (anemómetro).

Objectivos:

- Conhecer os instrumentos de recolha de dados meteorológicos.
- Descrever estados do tempo.
- Comparar os registos dos estados do tempo.
- Recolher dados de temperatura, pressão atmosférica, direcção e velocidade do vento e da precipitação.

Anemómetro

Pode-se medir a velocidade do vento usando um anemómetro. Este instrumento tem três ou quatro pequenos hemisférios ocos de metal, que giram à volta de um eixo.

Precisa de:
- dois pedaços de papelão muito grosso
- três ou quatro formas pequenas de metal
- uma agulha grande
- barro ou fita cola
- tinta
- um carro de linhas
- agrafos
- um lápis com borracha
- um bloco de madeira ou tijolo
- uma tesoura

O que deves fazer:

Corte duas tiras de papelão, aproximadamente com 5 cm por 45 cm. Faça um corte ao meio de cada uma delas de maneira a que se encaixem uma na outra e façam uma cruz. Agrafe uma forma de metal a cada um dos extremos da cruz. Se não tiver nenhuma forma velha, pode fazê-la cortando discos de uma folha de alumínio mais grosso, ou cortando taças de papel. Pinte uma das formas com uma cor clara. Faça um buraco no centro da cruz com um prego fino e afiado ou uma agulha grande. Para fazer a base, espete o extremo da agulha, na borracha do lápis. Meta a ponta do lápis no buraco de um carro-de-linhas. Cole ou ligue o carro-de-linhas ao bloco de madeira ou tijolo. Ligue a cruz à base colocando-a na ponta da agulha. Sopre nas taças. Se a cruz não rodar facilmente, alargue o buraco no centro de cruz.

Coloca a base no exterior, numa caixa cerca de 8 cm acima do chão. Registe o número de vezes que a forma pintada passa na tua frente durante um minuto a cada duas horas.

O que acontece:

O anemómetro por vezes rodopia muito rapidamente. Noutras praticamente não se mexe.

Porquê:

A curva interior das taças recebe a maior parte da força do vento. Isto é o que faz as taças moverem-se.

Quanto mais voltas por minuto, maior é a velocidade do vento. Um rápido aumento na velocidade pode querer dizer aproximação de chuva, neve ou trovoada.

(agradeço a colaboração do colega José Costa)

Formação e tipos de nuvens


Para saber como se formam as nuvens e sua classificação clicar aqui

A circulação do ar

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Cata-vento - Vamos construir um


Construção de uma Mini Estação Meteorológica - O Cata-Vento

Reutilizando materiais, podem-se fazer instrumentos para conhecer a direcção do vento (cata-vento) .

Objectivos:

- Conhecer os instrumentos de recolha de dados meteorológicos.
- Descrever estados do tempo.
- Comparar os registos dos estados do tempo.
- Recolher dados da direcção e velocidade do vento.

O Cata-vento

Se soubermos a direcção em que o vento está a soprar, podemos localizar um sistema de baixas pressões e prever um período de mau tempo, que normalmente lhe está associado. Um cata-vento mostra-nos a direcção do vento.

Material Necessário

- palhinha de beber
- vaso para flores
- alfinete
- arame fino ou clipes
- lápis com borracha
- marcador vermelho
- cartão ou papelão claro
- cola

O que deve fazer:

Faça um golpe vertical com 2,5 cm numa das extremidades da palhinha. Usando uma folha de papel grosso, corte a cauda de uma seta e coloque-a na extremidade cortada da palhinha. Marque o outro extremo da palhinha com a caneta de feltro. Insira o alfinete a direito, através da palhinha, a aproximadamente 5 cm da cauda da seta. Empurre o alfinete contra a borracha da extremidade do lápis. Assegure-se que a palhinha se pode mover livremente.

Forme as letras N, S, E e O a partir de um pedaço de arame ou de clipes. Prenda-os em volta do lápis 2,5 cm abaixo da seta. Apoie o lápis verticalmente numa massa de barro, e coloque o conjunto num vaso pouco profundo para plantas. Coloque o cata-vento num local onde o vento não seja perturbado pelos edifícios. Use um meio de orientação (ex. Sol) para se assegurar que as letras N, S, E e O estão colocadas correctamente.

O que acontece:

Quando o vento sopra, o cata-vento move-se.
Porquê:

Quando o vento sopra, empurra a seta. Assim, o outro extremo aponta na direcção da qual o vento está a soprar.

No Hemisfério Norte, um vento que se desloque na direcção contrária à dos ponteiros do relógio está normalmente associado a um sistema de baixas pressões a ao mau tempo. Ventos de Este geralmente trazem chuva, ventos do Oeste tempo limpo. Ventos do Norte significam frio e Ventos do Sul tempo quente.

(Agradeço a colaboração do colega José Costa)

Conceitos básicos da Geografia

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Biblioteca Digital Mundial


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National Geographic - Fotos de 2011

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Migrações - Sebastião Salgado

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Construção em sala de aula de um Barómetro


Construção de Mini Estação Meteorológica

Reutilizando materiais, podem-se fazer instrumentos para conhecer os valores da temperatura (termómetro) e da pressão atmosférica (barómetro), a direcção do vento (cata-vento) e a velocidade do vento (anemómetro).

Objectivos:

- Conhecer os instrumentos de recolha de dados meteorológicos.
- Descrever estados do tempo.
- Comparar os registos dos estados do tempo.
- Recolher dados de temperatura, pressão atmosférica, direcção e velocidade do vento e da precipitação.

Barómetro 

O ar que rodeia a Terra exerce pressão, que é denominada de pressão atmosférica. Evangelista Torriceli, cientista italiano do século XVII, foi o primeiro a descobrir uma forma de medir esta pressão atmosférica, criando o primeiro barómetro.

Material Necessário

- uma tigela
- uma garrafa de plástico
- água
- um cartão graduado

O que deve fazer:

Encha até meio a tigela com água. Deite água na garrafa até estar a ¾ da sua capacidade. Mantendo o polegar no bocal da garrafa, vire a garrafa ao contrário. Em seguida retire o dedo e ponha rapidamente o bocal da garrafa na tigela com água. Cole o cartão graduado no exterior da garrafa.

O que acontece:

A água não sai da garrafa. Em vez disso, o nível da água desce ligeiramente e vai para o estado de repouso. A partir daí, move-se para cima ou para baixo de acordo com as variações da pressão do ar.

Porquê:

O ar exterior pressionando a água da tigela evita que a água corra para fora da garrafa. A água pára o seu movimento de descida quando a sua pressão é equilibrada pela pressão atmosférica.
Marque o cartão graduado no ponto onde a água estabiliza, e será capaz de registar em gráfico se a água vai para cima ou para baixo na garrafa. Um aumento na pressão do ar faz com que a água suba, quando a pressão desce, a água desce também.

Editado com a colaboração do colega José Costa

Desejo


Desejo

(poema de Victor Hugo)

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar. 

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconsequentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.

Um poema de Victor Hugo, chamado Desejo. Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 — Paris, 22 de maio de 1885) foi um escritor e poeta francês de grande atuação política no seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.

República Sudão do Sul - Um novo país


Nova fronteira, novo mapa político em África

O Sudão do Sul foi, em 2011, o 196.° país do Mundo a ser oficialmente reconhecido como independente depois de ter enfrentado uma guerra civil de 12 anos que causou mais de 1,5 milhões de vítimas e um número infindável de deslocados e refugiados. Após um referendo, 99% da população do sul manifestou-se a favor da separação da região com uma população cristã e animista, em relação ao norte, predominantemente muçulmano e de origem árabe, que tentava impor a lei islâmica a todo o país.


Nome oficial: República do Sudão do Sul
Tipo de governo: república presidencialista
Área: cerca de 619 745 km²
Capital: Juba (a ser transferida para Ramciel até 2016)
Idioma: inglês (oficial) línguas regionais (cerca de 70)
População absoluta (estimativa): 8,2 milhões de habitantes
Densidade populacional: 13,3 habitantes por km²
Esperança média de vida: 42 anos
Mortalidade infantil: cerca de 100 por 1000 nascimentos
Taxa de analfabetismo: superior a 80%
População abaixo da linha de pobreza: 85%
População sem acesso a água potável e serviços básicos de saúde: superior a 50%
Principais recursos: petróleo, pecuária e agricultura